domingo, 29 de maio de 2011
CÓDIGO FLORESTAL,UM CORTE NA VIDA
NO PRÓXIMO DIA 5 DE JUNHO, AS 15H, PRAÇA DO CARMO, OLINDA, EVENTO EM DEFESA DA VIDA E DO MEIO AMBIENTE.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Planos da Vida
Maldição, eternas dores e um plano infalível
que não deu certo.
Pensei que faria sucesso,
mera ilusão.
Fui roubado por minha imaginação.
que não deu certo.
Pensei que faria sucesso,
mera ilusão.
Fui roubado por minha imaginação.
sábado, 21 de maio de 2011
Projeto Cultural Cadeiras Nas calçadas
Na noite passada, no pátio da igreja de São Pedro (Olinda), foi realizado o projeto cultural,Cadeiras nas Calçados, em que se apresentaram cantores, poetas e músicos, que contribuem diretamente com a sena cultural da cidade de Olinda e do estado de Pernambuco.
Vale destaque: O gaitista Geraldo Azoubel, o guitarrista Gordo de Olinda, o cantor Edy Carlos a vocalista índia da tribo fulniô Carmem e o poeta e contista João Cavalcanti, além da turma do Programa Estuário da Rádio Folha FM.
Vale destaque: O gaitista Geraldo Azoubel, o guitarrista Gordo de Olinda, o cantor Edy Carlos a vocalista índia da tribo fulniô Carmem e o poeta e contista João Cavalcanti, além da turma do Programa Estuário da Rádio Folha FM.
sábado, 14 de maio de 2011
PROGRAMA ESTUÁRIO RÁDIO FOLHA FM
Nesta Segunda feira, no programa Estuário da Rádio Folha FM, 13 horas, estarei falando do meu novo livro (TENTAÇÕES POÉTICAS), e da cena cultural de Olinda.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
CD de Frevorock
Foi um sucesso o lançamento do CD do guitarrista Gordo de Olinda, na biblioteca de Olinda.
Título do CD: Tá esperando o que?
em que o cantor musicou três poemas do meu livro Simples Poesias Poemas Simples, fiquei contente pois os mesmos viraram frevo.
Título do CD: Tá esperando o que?
em que o cantor musicou três poemas do meu livro Simples Poesias Poemas Simples, fiquei contente pois os mesmos viraram frevo.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Vago
Tudo é luz
Não estou mudo
Surdo fico no submundo
das palavras.
Irritado com músicas altas
pancadas de concreto
de mil toneladas na cabeça.
Tudo é sombras
olho vivo
risco de navalha
no inimigo
procuro abrigo
em tua existência
acalanto sem refrão.
Não estou mudo
Surdo fico no submundo
das palavras.
Irritado com músicas altas
pancadas de concreto
de mil toneladas na cabeça.
Tudo é sombras
olho vivo
risco de navalha
no inimigo
procuro abrigo
em tua existência
acalanto sem refrão.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Coletânia Poética do SINTEPE
Terça Feira (26 de Abril ), no Teatro de Santa Isabel centro do Recife, será o lançamento da Coletânia Poética do SINTEPE.
RESULTADO DE UM CONCURSO NACIONAL, com a participação de mais de novecentos poetas de todo o país, em que foi selecionado os 20 melhores poemas. Pela segunda vez tive o prazer de ser um dos escolhidos para a coletânia, com o poema APENOPE.
RESULTADO DE UM CONCURSO NACIONAL, com a participação de mais de novecentos poetas de todo o país, em que foi selecionado os 20 melhores poemas. Pela segunda vez tive o prazer de ser um dos escolhidos para a coletânia, com o poema APENOPE.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Agonizante
O peso que maltrata
a dor tirana
repudia a alma
suor de sangue
lambida de cão vira lata
saudade ingrata
paisagens esquecidas
o fim de tarde que aborrece
estica rasga a pele
nada acontece
é fim da picada
estrada longa e vazia
aviso que não será
o fim da agonia.
a dor tirana
repudia a alma
suor de sangue
lambida de cão vira lata
saudade ingrata
paisagens esquecidas
o fim de tarde que aborrece
estica rasga a pele
nada acontece
é fim da picada
estrada longa e vazia
aviso que não será
o fim da agonia.
domingo, 3 de abril de 2011
Efémera Visão
Infância lúdica, viagens e paisagens
tempos que não se esquece.
A paisagem envelhece
muda-se tudo
são outros mundos.
As lembranças da cápsula do tempo
em efémera visão.
Dialogo com a mente
que não mente,
relembra parentes já ausentes.
Ruas esquecidas
árvores retorcidas
esquinas que não mas existe,
bancos de praça resistem
de ferrugem milenar.
Há um século no tempo
da existência,
voltarei antes do novo século acabar.
tempos que não se esquece.
A paisagem envelhece
muda-se tudo
são outros mundos.
As lembranças da cápsula do tempo
em efémera visão.
Dialogo com a mente
que não mente,
relembra parentes já ausentes.
Ruas esquecidas
árvores retorcidas
esquinas que não mas existe,
bancos de praça resistem
de ferrugem milenar.
Há um século no tempo
da existência,
voltarei antes do novo século acabar.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Reno e Hurr
Reno deslisa oeste
mancha de oceanos
porto de muitos mapas
a ferro e carvão.
Estrada da natureza
via da nobreza
e grande industrialização.
Encontra irmão
Hurr tributário
que facilita a navegação
rasgando fronteiras
em suas entranhas
não há nações.
mancha de oceanos
porto de muitos mapas
a ferro e carvão.
Estrada da natureza
via da nobreza
e grande industrialização.
Encontra irmão
Hurr tributário
que facilita a navegação
rasgando fronteiras
em suas entranhas
não há nações.
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