segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Viva!

Viva!
ande
corra...
Saúde
alegria
conhecer
merecer
enaltecer
vibrar.
Tudo isso é amar

Viva o Mundo

Ponto final
nem tudo acaba
sempre há uma nova estrada.
Ano que se aproxima
enche de rima
uma nova vida.
Esquece as feridas
abre-se uma nova avenida
oportunidades em cordilheiras
esperanças em barulho de trovões
ide a verdade
a vaidade acima de tudo
curta o Mundo.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Petralha

Petralha é?
Navalha de barbeiro
Noiva usada
Água de capim
Luz de candeeiro
Fósforo que não acende
Rua sem fim
Parada interditada
Fila única
Rouba e não aparece
Eleito no 2 turno
Manda em tudo
Se acha honesto
Metade acreditA
Supremo MilitantA
AntA
Preside entA.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Imbecil

Imbecil enganador
retardado.
Miado de telhado
rajado.
Amaciado de pelejas
auto inveja
desfigurado.
Sonha ser tarado.
Mas adora
o V do mato.

Malu Vido

Maluvido não dá atenção
vive na contra-mão
sonha colorido
ouve em estampido
o grito
é seu melhor
encanto.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Agorento

Agorento
marrento reclama do vento
atraca-se com amigo
o mundo é seu inimigo
a bocada é abrigo
baforada apertada
viaja em disparada
logo a fome
ataca.
Morgado fica
na rodada não alisa
sai em disparada
numa longa
estrada.

Zarento

Ferida que não sara
mordida de vira-lata
mentira de canalha
queimadura em fornalha
dor que não passa
vomito de ressaca
traição de namorada
mendigo de praça
rasga fundo da calça
esperança que salva.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Besta

Besta! mansa
Fera.
Fere a anta
manca.
Mata a nata
socializa.
Rouba a mente
mente.
Mansa fica
Eterniza.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Ilusão

Ilusão
luz de um túnel
escada sem degraus
musica marginal
se acha o tau.
malandro que ainda
lé jornal.
Namora uma arquiteta
que anda de bicicleta
curte ser moleca.
Adora panqueca
escala torres de templos
só para saborear o vento.
Vão a missa em feriado.

Mancada

Desisto do futuro
já tendo um passado
que não me agrado.
Roubo o prato
de caviar e peru assado
bêbado de vinho adocicado.
Começo de ano errado
postulando ser Bill Gates.
Ferias em Damasco
mastigando o bagaço
que livra-me do cansaço.

Pancada

Pancada já é uma dor
imagina uma topada
no dedão
doí até o coração.
Enquanto a dor da traição
essa não tem perdão.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Maldito

Maldição
não saio do chão
sem perdão.
Mato o pensamento
sem arrependimento
chora o vento.
Ando na minha mão
escolho os irmãos
sangue puro bebo com emoção.
Flagelo o corpo
assas de corvo
finjo morto.
Absorvo da sua insiguinificância
vida sem importância
fere a ganancia.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Corredor Polonês

Corredor
dor
fome
violência
massacre.
Polonês
resistência
luta
esperança
liberdade.

domingo, 30 de novembro de 2014

Resistência Curda

A resistência
não é curta
sem território
nem purgatório.
Não há tempo
para velório
a defesa pela vida
união de famílias
o tempo é raro
milhares de feridas
vidas sem vida.
A dor que castiga
a reza maldita
em fuzis.
A o caminho
entre o Iraque
Síria e o Irã
tendo a Turquia irmã
prevendo o surgimento
de uma nação Curda
sem guerras
apenas em oração.

Deserto em Flor

Deserto em nuvens
amor
conquista
batalhas.
Tempestades de Satans
em busca da ilusão.
A Jordânia irmã
corão da sabedorias
unem-se famílias
refugiados de Deus.

Decapitado

Sofrimento anunciado
pecado perdoado
com a dor dos outros.
Cabeça decapitada
ao vivo
a humanidade como inimiga.

sábado, 29 de novembro de 2014

Damasco

Abusa das maldades
tem quem admira
a mira é burra
sai pela tangente
pensas em gente.
Damasco das execuções.
Alienados em multidões
pedem o paraíso
Sagrado.

Sangra

Mortandade sem piedade
Sangra.
Arrebenta alma
ilustra de sangue
as paginas do jornal.
É imoral
sujas tudo como um pardal
vira as latas
com lixo das falas
dos imbecis.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Amazonas

Amazonas terra
floresta
ilha verde
temos de preservar.
Não tão verde
em outro lugar
conhecer antes de derrubar.
Rios caudalosos
desafiam o mar
Pororoca
avisa!
Atlântico
vem te abraçar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Sombra

Tudo
nada fico
surdo
imundo
mundo.
Inunda
alma
piedade
noite sacra.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Unidos da América

Gigante em tudo
domina o mundo.
Abraça todos
em portos
abertos.
Liberdade
liberdade
em tocha
de pedra.
Garante
que todos serão
livre (Eternidade).
Cidades brilhantes
pradarias encantadas
montanhas nevadas
rios sinuosos
de povos cantantes
em vapores de pura
história.
Refresca a memória
de milhões de viajantes.


domingo, 7 de setembro de 2014

Portugal

Portugal, o porto
mundial
em rio
Tejo.
Paisagem
milenar
mares a desbravar.
Estive lá
imagens
que não vou
apagar.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tejo

Quero ter o direito de não esquecer
tuas paisagens
em que andei.
Equilíbrio
homem
plantação
vive natureza
rara beleza
que dar cor
bebida envelhecida
néctar divino
correntezas de nobrezas raras
transcendem a alma (Lusitana a navegar).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cintra

Cintra minha vizinha
palácios em nuvens
flutuam na memoria
de descendentes atlânticos.
Becos e ruelas
passarelas de antepassados.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cidade do Porto

Cidade do Porto
aportei em trilhos
naveguei no Douro
senti imortal
em vinhos.
Tabernas
Bares
Bodegas
Pousada portuguesa
dormi em telhados
cantando fado
saudando a boemia.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Lisboa boa

Lisboa era como eu sonhava
bela, clara e sorridente.
quinhentos anos ausente
sinto que faço parte
de tua gente.
Tejo ópera de Otelo
águas de viagens atlânticas
em versos de Camões
não me ausento , jamais.

sábado, 14 de junho de 2014

Ucrânia Negro

Mar Negro rima com aconchego
sonhos de gregos e troianos.
Península desejada
jamais será tomada
ucranianos a defenderão.
No inverno ou verão
nas pedras
em foz de rios
no mar.
É sagrada terra
histórias encantadas de Homero
vozes não calam
há um sentimento mundial
não ao gigante do belo Baical.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Carinho

A falta de carinho
despreza o ninho
ser bobinho
faz bem
sonho em viagem
trem siberiando
abraço o baikal
gelo cérebro
é normal.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Degredo da Volta

Voando alto
sem piedade
esquecendo as idades
trilhos longevidade.
Sonho a Lisboa
além mar
oceano a atravessar.
Poemas de uma
única |Pessoa|
Fernando de Camões
Coimbra de estudantes
Sagres de navegantes.
Num pulo
estou lá.

domingo, 1 de junho de 2014

Ventos Uivos

ventos uivos
solidão
dor no coração.
Atravesso a faixa
na contra mão.
dói!
fura!
fúria!
topada no dedão.
Gemido!
indo!
findo de uma paixão.
ladrilhos
meio fio
arrepio!
sonho de ninho
sozinho
mesquinho.
A vida pelo fio
vamos todos
unidos
A porta que abriu.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Chega de Consumir

Não ao consumo
viva o simples
andar é belo
limpa a visão.

Veleja a mente
descobertas
conhece verdades
nada de vaidade.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Avante Ucrânia

Avante Ucrânia
teu povo
é tua maior riqueza.
cada centímetro
do teu território
é sagrado
é a prova da conquista
de teus antepassados.
Unidos em cada lar
bandeira em mastro
nada a entregar.

Inquilinos

Rato de jardim
pulga de cão
borboleta de flores
formiga de roça
lagarta de folha
lagartixa de sol
aranha tecendo(Pega Sonhos)
víbora de parede
escorpião medonho
barata que voa
são inquilinos
do nosso lar.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Esconda-se

Esconda o Sol
esconda a lua
a feiura
a lama nua
alma tua
O pranto
desencanto
engano
verdades
mentiras
utopias
Mas a cinceridade
a cordialidade
supera a maldade.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sonho de Lisboa

Um atlântico de espera
navegar ou voar
séculos.
Um encontro
além mar
vou voar.
Lisboa
darei boas vindas
estavas a espera
de chegar.

domingo, 11 de maio de 2014

Amargamos

Amputados ficamos
perdas injustas
porém dádiva
vidas.
A quem recorrer?
a mãe materna
a natureza.
O respirar
o andar
navegar.
Só andar...
relvas
jardins
encantados.

sábado, 10 de maio de 2014

Vão

Vão para
só existe
Tentação.
Arruinando
vidas
Bofetões.
Correntes
calos
grilhões.
Corro
calo
desabafo.
Ignoro
mercador
calo-me.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Haikai

Mentira como ataque
enfraquecesse a razão
fortalece a impunidade.

terça-feira, 29 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

segunda-feira, 21 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

Fogo

Cuspindo igual a dragão
temperatura a mil
em grades de canil.

Voando em brigadeiro
vejo o mundo
por inteiro.

Desejando ser solteiro
amarrando os esporões
em má companhia o ano inteiro.

Tremendo em tinta de tinteiro
medo da escuridão
embriagado de batida de limão.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

ELLE

vago imprevisível
a definição.
Voa nas profundezas
do limbo.
Usa apenas o instinto
para alimentar-se.
Sangue humano
horrores
medos
podridão
tortura eternamente Adão.
Libera energias sísmicas
provoca destruição.
tem centenas de filhos ilustres
na sua legião.
Amim
Sadam
Silva
Bim
Maluf
e a turma do mensalão.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ferida Profana

Profana memorias
induz ao degredo
da razão.
Traí o irmão
atropela na contra mão.
Bebe ao sol
continua na lua.
Nua de palavras
gestos obscenos.
Não quer entender
vive para viver.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Escuro Muro

Sombras
vultos
som mudo
escuro muro.
Estou duro
ressaca de feriado
turco na Alemanha.
Churrasco de noivado
salário abreviado
colega maltratado.
Sírio de Jerusalém
ferias na Eritréia.
Bocas falas mal(au)dição.


domingo, 30 de março de 2014

Horror na Madrugada

Horror na pela
que não sara.
Mordida de vira lata
sangue.
Topada no pé
queimadura na língua
vizinha que não para.
Latidos na madrugada
insônia
nada na geladeira.
Como o que restou
do dia anterior.
Pra onde vou
sozinho
busco outro ninho
acolhedor.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Prantos

Escuro
pulo o muro
solidão.

Caminho
sozinho
riscando.

Névoa
sombras
arrepio.

Canso
prantos
adormeço.

Ferida

feridaa  almaaa
arde
penetração
função
quadrado ao averso
endoideçooo...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Dor

Dor! lembranças
ausentes
queridos
malditos
ferida
alma...

sábado, 22 de março de 2014

Melancolia

Droga de azedo
perdi o endereço
já não conheço.

Padeço de inspiração
batidas do coração
não, não ao pranto.

Desengano, caminhando
contra- mão do tempo
me arrependo.

Nuvens que vem
ventos sombrios
noites de arrepio.

Padeço de muito frio
inimigo de mim mesmo
terço o adereço da minha alma.

sábado, 15 de março de 2014

Podre

Feras, feridas dor no peito
febre na alma
azedume no coração
podridão dos pensamentos
tormentos.
já não aguento
é extrapor  consciência
sinto a ausência da razão
prefiro a contra mão.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Vida Virtual

Um não a pouca vida
Sim a boêmia
De bem
Azarando o belo
Vivendo o luxo
Cobertura alada
Caminhar na Praça
alimentação
Curtindo o cão
Facebook de mil
Amigos virtuais
Contatos marcados
Horas unidas
Fim de noite
Boas companhias.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Cuba

Ilha de poucos donos
o poder de irmãos
na contra mão da verdade.
Poucos tem liberdade
caos , mentiras, julgamentos
milhares de detentos
milhões de refugiados.
Poucas conquistas
longas filas
comida racionalizada
para o bem de quem
o poder é lei.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Espaço Crakeano

Praça desapropriada
usada para sonhos rápidos.
Encantadas em bancos frios
Dá arrepios na garotada.
figuras fantasmas
dominam toda a área.
mentes perturbadas
um dia de intensas farras.
Dão gargalhadas
barrigas vazias
comeram na noite passada.
polícia chega
É porrada.
praça desocupada.
Em frente autudoor
Ele é o cara!
Crake do ano.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Farra

Não vida associada
nem depravada.
Só arrumada pelos outros
quando erra, só dar desgosto.
Lava o rosto
e vai à praia.
Noite! Só
e gandaia.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Russo na Russia

É cidadão
reconhece a nação.
Tem EDUCAÇÃO.
Traça o futuro,
olhar de gente,
sempre presente nas decisões,
Multidões varrem paredões,
frio congelante,
ELEGANTE,
FALANTE.
Poesias no horizonte
em calmaria de tempestades
adoram as cidades
preservam o calor
Da MOCIDADE.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ser Russo no Brasil

Russo no Brasil
é a porta que caiu.
É o esgoto
na margem do rio.
É a fila da morte,
é o mínimo,
o imposto,
a boca do Leão.
O Sertão.
O pipa sem água,
industria da seca,
milhares de votos,
ganham as eleições.
O Federal.
Centro da corrupção,
LL, SS, LUFS e LÀ,
governam sem piedade,
povo na saudade.
Parte o coração,
nação de um povo,
que ficam loucos,
com a bola(da) na Mão.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Siberiando em Trilhos

Paralelas sem fim
é o meu fim
Viagem?
vai e vem...
Lotado.
11 fusos
Confuso.
Mudo fico,massacrando o inimigo.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Siberiano

Siberiano em longos e gelados anos
Espera.
Sonhando em cruzar os Urais.

Eternas neves...
nunca mas.