terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tejo

Quero ter o direito de não esquecer
tuas paisagens
em que andei.
Equilíbrio
homem
plantação
vive natureza
rara beleza
que dar cor
bebida envelhecida
néctar divino
correntezas de nobrezas raras
transcendem a alma (Lusitana a navegar).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cintra

Cintra minha vizinha
palácios em nuvens
flutuam na memoria
de descendentes atlânticos.
Becos e ruelas
passarelas de antepassados.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cidade do Porto

Cidade do Porto
aportei em trilhos
naveguei no Douro
senti imortal
em vinhos.
Tabernas
Bares
Bodegas
Pousada portuguesa
dormi em telhados
cantando fado
saudando a boemia.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Lisboa boa

Lisboa era como eu sonhava
bela, clara e sorridente.
quinhentos anos ausente
sinto que faço parte
de tua gente.
Tejo ópera de Otelo
águas de viagens atlânticas
em versos de Camões
não me ausento , jamais.

sábado, 14 de junho de 2014

Ucrânia Negro

Mar Negro rima com aconchego
sonhos de gregos e troianos.
Península desejada
jamais será tomada
ucranianos a defenderão.
No inverno ou verão
nas pedras
em foz de rios
no mar.
É sagrada terra
histórias encantadas de Homero
vozes não calam
há um sentimento mundial
não ao gigante do belo Baical.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Carinho

A falta de carinho
despreza o ninho
ser bobinho
faz bem
sonho em viagem
trem siberiando
abraço o baikal
gelo cérebro
é normal.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Degredo da Volta

Voando alto
sem piedade
esquecendo as idades
trilhos longevidade.
Sonho a Lisboa
além mar
oceano a atravessar.
Poemas de uma
única |Pessoa|
Fernando de Camões
Coimbra de estudantes
Sagres de navegantes.
Num pulo
estou lá.

domingo, 1 de junho de 2014

Ventos Uivos

ventos uivos
solidão
dor no coração.
Atravesso a faixa
na contra mão.
dói!
fura!
fúria!
topada no dedão.
Gemido!
indo!
findo de uma paixão.
ladrilhos
meio fio
arrepio!
sonho de ninho
sozinho
mesquinho.
A vida pelo fio
vamos todos
unidos
A porta que abriu.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Chega de Consumir

Não ao consumo
viva o simples
andar é belo
limpa a visão.

Veleja a mente
descobertas
conhece verdades
nada de vaidade.