sábado, 29 de novembro de 2014

Damasco

Abusa das maldades
tem quem admira
a mira é burra
sai pela tangente
pensas em gente.
Damasco das execuções.
Alienados em multidões
pedem o paraíso
Sagrado.

Sangra

Mortandade sem piedade
Sangra.
Arrebenta alma
ilustra de sangue
as paginas do jornal.
É imoral
sujas tudo como um pardal
vira as latas
com lixo das falas
dos imbecis.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Amazonas

Amazonas terra
floresta
ilha verde
temos de preservar.
Não tão verde
em outro lugar
conhecer antes de derrubar.
Rios caudalosos
desafiam o mar
Pororoca
avisa!
Atlântico
vem te abraçar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Unidos da América

Gigante em tudo
domina o mundo.
Abraça todos
em portos
abertos.
Liberdade
liberdade
em tocha
de pedra.
Garante
que todos serão
livre (Eternidade).
Cidades brilhantes
pradarias encantadas
montanhas nevadas
rios sinuosos
de povos cantantes
em vapores de pura
história.
Refresca a memória
de milhões de viajantes.


domingo, 7 de setembro de 2014

Portugal

Portugal, o porto
mundial
em rio
Tejo.
Paisagem
milenar
mares a desbravar.
Estive lá
imagens
que não vou
apagar.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tejo

Quero ter o direito de não esquecer
tuas paisagens
em que andei.
Equilíbrio
homem
plantação
vive natureza
rara beleza
que dar cor
bebida envelhecida
néctar divino
correntezas de nobrezas raras
transcendem a alma (Lusitana a navegar).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cintra

Cintra minha vizinha
palácios em nuvens
flutuam na memoria
de descendentes atlânticos.
Becos e ruelas
passarelas de antepassados.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cidade do Porto

Cidade do Porto
aportei em trilhos
naveguei no Douro
senti imortal
em vinhos.
Tabernas
Bares
Bodegas
Pousada portuguesa
dormi em telhados
cantando fado
saudando a boemia.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Lisboa boa

Lisboa era como eu sonhava
bela, clara e sorridente.
quinhentos anos ausente
sinto que faço parte
de tua gente.
Tejo ópera de Otelo
águas de viagens atlânticas
em versos de Camões
não me ausento , jamais.