Profana memorias
induz ao degredo
da razão.
Traí o irmão
atropela na contra mão.
Bebe ao sol
continua na lua.
Nua de palavras
gestos obscenos.
Não quer entender
vive para viver.
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Escuro Muro
Sombras
vultos
som mudo
escuro muro.
Estou duro
ressaca de feriado
turco na Alemanha.
Churrasco de noivado
salário abreviado
colega maltratado.
Sírio de Jerusalém
ferias na Eritréia.
Bocas falas mal(au)dição.
vultos
som mudo
escuro muro.
Estou duro
ressaca de feriado
turco na Alemanha.
Churrasco de noivado
salário abreviado
colega maltratado.
Sírio de Jerusalém
ferias na Eritréia.
Bocas falas mal(au)dição.
domingo, 30 de março de 2014
Horror na Madrugada
Horror na pela
que não sara.
Mordida de vira lata
sangue.
Topada no pé
queimadura na língua
vizinha que não para.
Latidos na madrugada
insônia
nada na geladeira.
Como o que restou
do dia anterior.
Pra onde vou
sozinho
busco outro ninho
acolhedor.
que não sara.
Mordida de vira lata
sangue.
Topada no pé
queimadura na língua
vizinha que não para.
Latidos na madrugada
insônia
nada na geladeira.
Como o que restou
do dia anterior.
Pra onde vou
sozinho
busco outro ninho
acolhedor.
sexta-feira, 28 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Melancolia
Droga de azedo
perdi o endereço
já não conheço.
Padeço de inspiração
batidas do coração
não, não ao pranto.
Desengano, caminhando
contra- mão do tempo
me arrependo.
Nuvens que vem
ventos sombrios
noites de arrepio.
Padeço de muito frio
inimigo de mim mesmo
terço o adereço da minha alma.
perdi o endereço
já não conheço.
Padeço de inspiração
batidas do coração
não, não ao pranto.
Desengano, caminhando
contra- mão do tempo
me arrependo.
Nuvens que vem
ventos sombrios
noites de arrepio.
Padeço de muito frio
inimigo de mim mesmo
terço o adereço da minha alma.
sábado, 15 de março de 2014
Podre
Feras, feridas dor no peito
febre na alma
azedume no coração
podridão dos pensamentos
tormentos.
já não aguento
é extrapor consciência
sinto a ausência da razão
prefiro a contra mão.
febre na alma
azedume no coração
podridão dos pensamentos
tormentos.
já não aguento
é extrapor consciência
sinto a ausência da razão
prefiro a contra mão.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Vida Virtual
Um não a pouca vida
Sim a boêmia
De bem
Azarando o belo
Vivendo o luxo
Cobertura alada
Caminhar na Praça
alimentação
Curtindo o cão
Facebook de mil
Amigos virtuais
Contatos marcados
Horas unidas
Fim de noite
Boas companhias.
Sim a boêmia
De bem
Azarando o belo
Vivendo o luxo
Cobertura alada
Caminhar na Praça
alimentação
Curtindo o cão
Facebook de mil
Amigos virtuais
Contatos marcados
Horas unidas
Fim de noite
Boas companhias.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Cuba
Ilha de poucos donos
o poder de irmãos
na contra mão da verdade.
Poucos tem liberdade
caos , mentiras, julgamentos
milhares de detentos
milhões de refugiados.
Poucas conquistas
longas filas
comida racionalizada
para o bem de quem
o poder é lei.
o poder de irmãos
na contra mão da verdade.
Poucos tem liberdade
caos , mentiras, julgamentos
milhares de detentos
milhões de refugiados.
Poucas conquistas
longas filas
comida racionalizada
para o bem de quem
o poder é lei.
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