Seca devora tudo
governantes mudos
arrasa a alma
paisagem cinzenta
há quem aguenta.
Ave agorenta
a fome aumenta
mingau de cachorro,
ameniza o choro
da criança anênica.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
NOVA A DITADURA
A ditadura voltou?
foi o Zé?
todo mundo é mané.
O pais dos aloprados,
viciados de cargos,
ricos de última hora.
B N D ESES de benesses,
Petro óleo de incompetentes.
Não sabem da seca,
kits de eleições,
já não se governa.
Rasgam a constituição,
será que é uma nova Revolução?
foi o Zé?
todo mundo é mané.
O pais dos aloprados,
viciados de cargos,
ricos de última hora.
B N D ESES de benesses,
Petro óleo de incompetentes.
Não sabem da seca,
kits de eleições,
já não se governa.
Rasgam a constituição,
será que é uma nova Revolução?
terça-feira, 2 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
FARRA
Não conte
nem avance
chega a sua vez.
dois passos
calce o sapato
a domingueira
outra vez.
Sentiu o peso da bolsa
valores conquistados
economia do passado.
sai em noite de lua
deslumbrando as luzes
luxo e prazer.
Doses duplas
ofertas em clones
incentivos em cubos para esquecer.
Visões estimulantes
pardos que não engana
gasta toda a grana.
Volta embriagado
satisfeito e acompanhado
tem que tire o sapato.
nem avance
chega a sua vez.
dois passos
calce o sapato
a domingueira
outra vez.
Sentiu o peso da bolsa
valores conquistados
economia do passado.
sai em noite de lua
deslumbrando as luzes
luxo e prazer.
Doses duplas
ofertas em clones
incentivos em cubos para esquecer.
Visões estimulantes
pardos que não engana
gasta toda a grana.
Volta embriagado
satisfeito e acompanhado
tem que tire o sapato.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
VERDADES
O barulho do entulho
conta-se dinheiro.
Novo endereço
sabe-se do paradeiro.
O sotaque denuncia
é estrangeiro.
Andar ligeiro
avança no tempo.
Olhar há horizonte
ver-se o futuro.
conta-se dinheiro.
Novo endereço
sabe-se do paradeiro.
O sotaque denuncia
é estrangeiro.
Andar ligeiro
avança no tempo.
Olhar há horizonte
ver-se o futuro.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Suêcia do sol sem fim
Suécia esbranquisada
nuvens de algodão
montanhas enfeitiçadas
lendas multiplicadas
há sereias em teus lagos
afago de gigantes
noites de sol eterno
danço ao som do gelo
quebrando nas geleiras
guardiões do tempo
não é ficção
é pura emoção
em linguagem de trovão
nuvens de algodão
montanhas enfeitiçadas
lendas multiplicadas
há sereias em teus lagos
afago de gigantes
noites de sol eterno
danço ao som do gelo
quebrando nas geleiras
guardiões do tempo
não é ficção
é pura emoção
em linguagem de trovão
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