segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Morte do Ladrão
Sente na pele o ódio da vingança que é pessoal, já estais condenado pelo juízo da razão,
não existe lei em país de governantes embriagados e sepultados em palácios.
terás morte lenta encharcado em teu próprio sangue, e serás jogado dentro de um formigueiro embebido de mel.
Ainda cuspirei em tua alma.
não existe lei em país de governantes embriagados e sepultados em palácios.
terás morte lenta encharcado em teu próprio sangue, e serás jogado dentro de um formigueiro embebido de mel.
Ainda cuspirei em tua alma.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
lançamento de livro
O Livro SIMPLES POESIAS POEMAS SIMPLES
Lançamento: Dia 18 de Setembro de 2009
Biblioteca Pública Municipal de Olinda,17:30 h
Praça do Carmo.
Lançamento: Dia 18 de Setembro de 2009
Biblioteca Pública Municipal de Olinda,17:30 h
Praça do Carmo.
sábado, 15 de agosto de 2009
Simples Poesias Poemas Simples
Simples Poesias Poemas Simples
LANÇAMENTO: 28 de Agosto
Clube Atlântico de Olinda.
LANÇAMENTO: 28 de Agosto
Clube Atlântico de Olinda.
domingo, 28 de junho de 2009
olhar azul
imensidão da água, leveza da alma
ondas em espumas encantadas.
azul distante,suaviza lembranças.
correntes quentes em superfície
são estradas marinhas de uma praia que é minha.
ondas em espumas encantadas.
azul distante,suaviza lembranças.
correntes quentes em superfície
são estradas marinhas de uma praia que é minha.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
ENSAIOS DE HAIKAIS
Andança
passos,passos
solas de sapatos acabo
endereço que acho.
Ventania
cabeça baixa
entre multidão veloz
soprando em nós.
passos,passos
solas de sapatos acabo
endereço que acho.
Ventania
cabeça baixa
entre multidão veloz
soprando em nós.
sábado, 16 de maio de 2009
ENSAIOS DE HAIKAIS
Sentimento
Sinto desconforto
fico sem jeito
a gosto em teu suor.
Sombra
Pouca luz
se livra da queda,
surpresa em porta aberta.
Nostalgia
Ouço a música
logo lembro o refrão,
em pura emoção.
Sinto desconforto
fico sem jeito
a gosto em teu suor.
Sombra
Pouca luz
se livra da queda,
surpresa em porta aberta.
Nostalgia
Ouço a música
logo lembro o refrão,
em pura emoção.
sábado, 9 de maio de 2009
Espera Que Eu Vou
Poema classificado em concurso nacional e publicado em coletânia.
Espera Que Eu Vou
O que dizer
Imagens de cartão-postal, comprado em banca de jornal
Ritmo de carnaval que ouvia na rádio jornal
Terra vizinha, cidade distante
Com rios e pontes, coisas que minha cidade não tinha
aumentava a vontade de vê-la.
O que fazer
Estudar e ter uma profissão,
Caminhos lentos com dedicação;
entraves, desafios da idade,
Mas não faltava a vontade
De conhecê-la.
O que sonhar
Os teus rios, o mar
Pontes enluaradas
Praças e jardins de ruas sem fim
Cais de navios sem destinos
Quero aportá-la.
O que sentir
Da macaiba e cajá
De outras frutas que irei conhecer
E das mulheres que irei conquistar.
O que levar
A vontade de vencer
O sonho real Ensinar o que aprendi
Alegria da vida e amizade eterna
E se der, ficar por lá.
Espera Que Eu Vou
O que dizer
Imagens de cartão-postal, comprado em banca de jornal
Ritmo de carnaval que ouvia na rádio jornal
Terra vizinha, cidade distante
Com rios e pontes, coisas que minha cidade não tinha
aumentava a vontade de vê-la.
O que fazer
Estudar e ter uma profissão,
Caminhos lentos com dedicação;
entraves, desafios da idade,
Mas não faltava a vontade
De conhecê-la.
O que sonhar
Os teus rios, o mar
Pontes enluaradas
Praças e jardins de ruas sem fim
Cais de navios sem destinos
Quero aportá-la.
O que sentir
Teu cheiro de maré
Do biscoito da PilarDa macaiba e cajá
De outras frutas que irei conhecer
E das mulheres que irei conquistar.
O que levar
A vontade de vencer
O sonho real Ensinar o que aprendi
Alegria da vida e amizade eterna
E se der, ficar por lá.
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